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Dear FutureMe,
Estamos em 2021 e faz 2 anos que vivemos aterrorizados por um pandemia mortal do corona vírus (covcid19). Mas eu continuo presa na minha própria "pandemia" mortal a depressão, ansiedade e pensamento acelerado. Um emprego onde os funcionários de sentem desiludidos, sem esperança, intimidados por uma sub chefe Daiane Andreola.
No momento naonvejonesprança de um futuro melhor. Espero sinceramente que qua do eu for ler esta carta tenham ocorrido muita mudanças significativas para melhor para mim e minha filha.
Vivi nesse redemoinho depressivo sem fim. Me sinto sem de e sem esperança. Sinto como se apenas meu corpo estivesse aqui e minha alma estivesse de lado do assistindo sem nada poder fazer.
Espero um dia conhenhecer o tão falado amor e felicidade, pois nunca vivi isso tudo. Sou vazia, infeliz. A morte não me abala, a tristeza alheia não me abala. A única pessoa que me importa proteger é minha filha (ainda assim me sinto tão culpada por ela manter o que merece). Ninguém mais.
Não vejo esperanças.
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