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Eu fui clandestinamente feliz quando fiz 30 anos na pandemia, não fiz festa, estava longe dos meus pais, mas me realizei quando percebi a minha autonomia, estar estudando para mudar de carreira, saí de publicidade e fui para a área de tecnologia. Na pandemia fui tia, minha irmã me deu uma sobrinha linda que me encheu de esperança de novo.
Ficar em casa me obrigou a olhar muito para mim e, com a terapia, me dá a oportunidade de ser quem eu sou e eu tenho muito orgulho da mulher que eu me tornei e venho me tornando.
Estou clandestinamente feliz por encarar o meu medo de dirigir. Eu vou renovar a minha carta e fazer aulas de direção. Estou juntando dinheiro para comprar o meu carro e poder ter mais autonomia.
Eu dei aulas e estou concorrendo a vaga de professora numa escola online, realizando um sonho de poder passar o que eu aprendi nesses dez anos de carreira ao mesmo tempo que eu consigo finalmente valorizar esse conhecimento.
Outro sonho que está se tornando real é da casa própria, com muita ajuda e força das nossas famílias (minha e do meu companheiro).
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