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Time Travelling — 6 days

Peaceful right?

Convencer meus pais a levarem a Ana a um psicólogo e/ou tratá-la melhor. Mas o que quero dizer com tratá-la melhor? Quero dizer que a mamãe (nem tanto o papai) tem que ser menos raivosa, porque ela é desnecessariamente e não parece fazer o menor esforço pra deixar de ser, sendo que, segundo a Bíblia (que ela diz seguir), ela deveria. Mas, exatamente, quais são as ações condenáveis dela? Eu não saberia apontar caso me perguntassem (e certamente perguntarão), portanto, ao longo da semana, junto a Ana, observarei e anotarei os maus comportamentos. Vou passar a estar em orações diárias pra que isso tudo dê certo. Quase passei por um fio hoje de descobrirem essa conversa que estou planejando ter, o que, provavelmente, arruinaria tudo. Quando conversei a primeira vez com eles sobre raiva, principalmente com o papai, ele a defendeu usando Efésios 4:36, "[...] Apaziguem a sua ira antes que o Sol se ponha". Então vou ter que saber refutar isso, na real, vou ter que estudar os versículos da Bíblia que falam sobre raiva, pra ter uma boa base religiosa e espiritual, que eles vão ouvir. Mas isso é pra lidar com a questão de mudança de comportamento. Tenho que pensar quanto ao psicólogo. O principal motivo deles não verem necessidade da Ana ir a um psicólogo é porque ela tem eles, e pode conversar com eles. Como responder a isso? Vou precisar saber os motivos da Ana para isso não ser válido, além de saber o mínimo sobre o trabalho de um psicólogo e porque ele é diferente e talvez mais eficiente que uma conversa com pais, não por ser mais necessário, mas por entender coisas que até quem convive com a pessoa não entende ou percebe, porque apesar de cada humano ser diferente e as pessoas que convivem com ele são quem melhor entende essas particularidades, a mente humana ainda tem padrões, padrões esses que o psicólogo estuda pra saber como lidar da melhor maneira, estudo esse que, infelizmente, os pais não tem. Então, antes de conversar, vou precisar orar, anotar os maus comportamentos da mamãe, estudar os versículos bíblicos sobre raiva, entender o mínimo de psicologia, o porquê a Ana não conversa com os pais e voltar a estudar lógica pra saber estruturar a argumentação. Na prática, quando formos conversar, me pergunto: como vou estruturar tudo isso numa única argumentação? Porque eu vou falar de 2 assuntos: a mudança de comportamento e o psicólogo. Com qual eu começo? Talvez seja melhor usar aquela técnica de propor o mais difícil (psicólogo) e, caso falhe, baixar um nível pra uma proposta mais viável (comportamento). Mas e se eles aceitarem de primeira? Como eu proponho a mudança? E como eu faria a ponte da proposta do psicólogo rejeitada pra proposta de mudança de comportamento, sem parecer que eu propus um psicólogo porque o comportamento deles tá prejudicando a Ana? Pensei no seguinte: caso eles aceitem a parada dos psicólogos, posso propor mais uma conversa, em relação ao comportamento deles, e aí desenrolar com base em tudo que observei e estudei. Caso recusem, eu faço a mesma coisa, sem tratar como uma contraproposta, se não vai parecer que o psicólogo e o comportamento estão ligados, não, devo tratar como um outro assunto diferente. Não há garantia de que algum dos dois vai dar certo, na real, há, Deus. Estou fazendo isso pelo bem da Ana pra que ela veja Cristo em mim e se aproxima dEle por isso, portanto, isso é certamente o que Deus quer, então tenho uma garantia sim. Preciso ter fé real nisso.

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